Participantes

  • Amanda Queiroz Moura (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Catherrine Thiene Rossini (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Claudia Regina Boen Frizzarini (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Elielson Sales (Doutorando em Educação Matemática A imagem no ambiente informatizado enquanto elemento facilitador para o ensino de geometria com criança surda)
  • Elizabete Leopoldina da Silva (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Eloísa Jussara de Souza Silva (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Lessandra Marcelly (Doutoranda em Educação Matemática)
  • Miriam Godoy Penteado (Coordenadora)
  • Renato Marcone (Doutorando em Educação Matemática)
  • Vanessa Cintra (Doutoranda em Educação Matemática)

domingo, 31 de maio de 2009

A importância do profissional da educação

A Secretária de Educação de Nova Prata Luirdes Blasius e a equipe técnica pedagógica da Secretaria de Educação; Adriana Biancato, Cleni Soligo e Cleonice Vissoto, destacam a importância dos profissionais de educação, bem como a sociedade em geral sentirem-se seguros e preparados para a chamada Escola Inclusiva e Inclusão Social.

Uma sociedade que pretende assumir-se como inclusiva necessita fundamentalmente, de que todo o cidadão, independente de suas particularidades e diferenças, quando desfrutar do espaço e atividades comuns, desfrutem de laços de amizade, companheirismo e solidariedade, amenizando a ansiedade e a insegurança. É necessário que se rompam as barreiras das desigualdades, do medo e da indiferença para que possamos viver a nova era educacional e social. A era de escola inclusiva e da inclusão social.

Acesse: http://www.jovemprata.com.br/?noticia=1394&titulo=Nova%20Prata%20do%20Igua%C3%A7u:%20A%20import%C3%A2ncia%20do%20profissional%20da%20educa%C3%A7%C3%A3o

sábado, 30 de maio de 2009

Uepa oferece atividades para portadores de necessidades especiais

Agência Pará
Os programas de atividades físicas desenvolvidos pelo Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Física Adaptada, Esporte e Lazer, do Laboratório de Atividades Físicas Adaptadas (Lafad), ligado ao curso de Educação Física da Universidade do Estado do Pará (Uepa), têm 45 vagas disponíveis para crianças com síndrome de Down, autismo, asma e paralisia cerebral.

Acesse: http://www.agenciapara.com.br/exibe_noticias_new.asp?id_ver=45538

Percepção dos professores sobre inclusão

Um artigo na revista International Journal of Inclusive Education, de maio de 2009.

mais sobre a revista no endereço:

http://www.informaworld.com/smpp/title~db=all~content=g911740792

Abstract:
This qualitative study was designed to investigate teachers' perceptions of the impact of inclusion of children with special needs on their classes. Twenty participants were randomly selected from the 25 teachers who had volunteered for the study. These teacher participants completed a survey which was composed of 62 items dealing with attitudes and perceptions, incentives for encouraging inclusion, and concerns from a classroom perspective. From these 20 participants, five teachers were then randomly selected for interviews. Findings revealed that some of the teachers' primary concerns were planning time, meeting the needs of all students, and ongoing professional development to respond effectively to the increasingly diverse needs of students in the classroom.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O fim do isolamento dos índios surdos

Conheça o desafio das escolas indígenas em educá-los na língua portuguesa, no idioma da aldeia, na linguagem de 
gestuais própria da tribo e na língua brasileira de sinais

Amarildo é surdo e se comunica na escola por meio de quatro linguagens diferentes. 
Foto: Edu Lyra




segunda-feira, 25 de maio de 2009

RIO CLARO QUER AMPLIAR O ATENDIMENTO DE ALUNOS SURDOS NO ENSINO REGULAR...

Prefeitura estuda estender as aulas de Libras

A rede municipal de ensino de Rio Claro estuda ampliar o projeto de inclusão de alunos surdos em sala de aula regular, oferecendo atividades extensivas à comunidade.

O programa é desenvolvido na escola Armando Grisi, no Jardim Paulista II, que atende ao Ensino Fundamental (primeira a quarta séries) e Educação de Jovens e Adultos (EJA), e que hoje já envolve, além de alunos surdos, os demais estudantes da escola, professores e funcionários.

Ao abrir espaço para que demais integrantes da comunidade também possam ter contato com a linguagem de sinais, a escola visa ampliar o contato social entre os estudantes surdos e as pessoas de seu convívio fora da escola.

"Para se ter uma ideia, a integração de alunos surdos em sala de aula resultou em pelo menos 80% dos estudantes da turma que completou a quarta série no ano passado dominando a linguagem de sinais", comenta a diretora Iara Aparecida Olímpio.

Com 15 alunos surdos sendo atendidos, um deles do EJA, e outro já adolescente, a escola Armando Grisi mantém especialista que, além de estar nas salas de aula, faz atendimento exclusivo aos estudantes especiais.

"Nosso objetivo é integrar esses alunos, efetivamente, no espaço escolar, priorizando a alfabetização e o aprendizado da Libras em consonância com a grade curricular", explica Iara Olímpio.

Um dos desdobramentos desse trabalho é o coral de Libras que reúne 30 alunos e ex-alunos da escola, de seis a 12 anos surdos e não-surdos, em uma atividade que vem ganhando cada vez mais notoriedade na cidade e na região.

Segundo a especialista Eliane Aparecida Santos Delgado, a integração dos estudantes surdos ao sistema regular de ensino é importante. "Esses alunos precisam de um modelo orientador da língua portuguesa, e ficar expostos ao modelo linguístico nacional, pois é no ambiente dos ouvintes que eles viverão sempre", afirma. Os pais de crianças surdas que quiserem mais informações sobre o assunto podem entrar em contato com a escola, pelo telefone 3523-8385. A Armando Grisi fica na avenida 56, 2540, Jardim Paulista II.

Notícia na íntegra: http://jornalcidade.uol.com.br/paginas.php?id=43747

domingo, 24 de maio de 2009

ESTUDO BRASILEIRO QUE FACILITA COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES MENTAIS É PREMIADO INTERNACIONALMENTE

Pesquisadora da UFSCar trabalha com linguagem de sinais para deficientes mentais que apresentam atraso na fala

 Uma pesquisa apresenta resultados positivos na aplicabilidade da Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), normalmente usada por deficientes auditivos, para pessoas que, apesar de escutarem muito bem, têm dificuldades para se comunicar. O método foi reconhecido internacionalmente e recebe prêmio no dia 25 de maio, nos Estados Unidos. Ele foi classificado em primeiro lugar no Concurso 2009 de Pesquisas de Estudantes do Grupo de Estudos sobre Comportamento Verbal, da Association for Behavior Analysis International (ABAI). O prêmio será recebido durante a convenção anual da entidade, em Phoenix.

A pesquisa foi realizada durante o mestrado de Daniela Ribeiro, aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial e pesquisadora do Laboratório de Aprendizagem Humana, Multimídia Interativa e Ensino Informatizado (LAHMIEI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Em seu trabalho, ela buscou verificar se o ensino de linguagem de sinais para deficientes mentais que têm prejuízo na fala poderia ajudar na comunicação. O estudo consistiu em ensinar alguns sinais que poderiam servir para nomear objetos e outros para fazer pedidos. Inicialmente, o aprendizado começou com uma apresentação em vídeo no computador com sinais da LIBRAS. Depois disso, alguns processos foram realizados para que o participante associasse uma figura ao sinal visto no vídeo.

De acordo com Daniela, foi possível observar que após selecionar imagens e assistir os gestos em vídeo, os participantes fizeram o sinal diante das figuras ou dos objetos. Isso comprovou que os deficientes estavam conseguindo nomear a figura por meio da linguagem de sinais. Posteriormente, o estudo também possibilitou que o aprendiz conseguisse fazer sinais de mando, ou seja, fazer pedidos por meio dos gestos.

Segundo Daniela, existem vários sistemas de comunicação alternativa, porém, eles exigem, por exemplo, que a criança tenha de carregar um fichário com figuras para mostrar a imagem quando quiser se comunicar. Assim, o método adotado permite que o deficiente aprenda os sinais e possa usar os gestos a qualquer momento. Além disso, a pesquisadora ressalta que o estudo escolheu a linguagem de sinais porque tinha a intenção de ensinar os gestos pelo computador, testando um procedimento informatizado e inovador.

Os resultados mostraram que a pesquisa conseguiu atingir o objetivo de estimular a comunicação dessas pessoas que são ouvintes, mas têm atraso de linguagem na fala. Daniela conta que foi possível perceber avanços na comunicação e que os participantes começaram a usar os sinais para nomear objetos e pedir coisas, como um copo de água. "Eu tive o relato da mãe de um dos participantes que quis aprender os sinais ensinados no estudo porque o filho estava usando espontaneamente", ressalta Daniela.[14]

Celso Goyos, orientador da pesquisa e professor do Departamento de Psicologia da UFSCar, acredita que essa premiação mostra uma perspectiva diferente de reconhecimento, pois é um prêmio internacional recebido por um aluno de mestrado. Segundo ele, o concurso é relevante por que é exclusivo para Análise Comportamental e conta com jurados que são expoentes máximos da área.

 Acesse: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=28750&Itemid=364

 

 

sábado, 23 de maio de 2009

Ensino de Língua Brasileira de Sinais - Libras

Olá! 

Gostaria de sugerir uma visita no blog "Ensino de Língua Brasileira de Sinais - Libras" da Profa. Neiva de Aquino Albres.

Ela aponta o ambiente como um espaço de discussão de metodologias de ensino de segunda língua - L2 e suas aplicações no ensino da Libras. Compartilha experiências, materiais didáticos, atividades, estratégias de ensino visando a melhoria dos cursos de Libras no Brasil.

Um abraço,

Sales.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

É urgente apoiar famílias de crianças surdas

Lisboa, 22 Mai (Lusa) - A psicóloga Helena Alves considerou hoje urgente ensinar as famílias das crianças surdas a comunicar com estes meninos, muitos dos quais "vivem um isolamento na família" que só se quebra na escola ou em vivências associativas com outros surdos.


Lusa

13:50 Sexta-feira, 22 de Mai de 2009

Lisboa, 22 Mai (Lusa) - A psicóloga Helena Alves considerou hoje urgente ensinar as famílias das crianças surdas a comunicar com estes meninos, muitos dos quais "vivem um isolamento na família" que só se quebra na escola ou em vivências associativas com outros surdos.

"A grande maioria das crianças surdas vive na família a surdez. Os pais debatem-se com o desafio da comunicação e, muitas vezes, aquando do diagnóstico, entram numa surdez de contacto e até o olhar inibem com a criança", afirmou à agência Lusa a psicóloga, que acompanha há cerca de três décadas jovens e adultos surdos.

Segundo a psicóloga, 90 a 95 por cento das crianças surdas nascem em famílias de ouvintes e são essas famílias que necessitam de apoio.

"As crianças surdas que nascem em famílias de surdos (três a cinco por cento) têm desde o nascimento acesso a um ambiente linguística e culturalmente adequado às suas necessidades", frisou, comentando que são meninos que são "embalados em Língua Gestual", salientou.

Para Helena Alves, é necessário que as crianças surdas acedam a uma "educação bilingue e bicultural e que o acesso à sua língua natural, a Língua Gestual, se desenvolva e enriqueça pelo contacto com adultos surdos".

Salientou ainda a importância de estes meninos frequentarem escolas com crianças ouvintes porque reforça "o sentido de pertença a um grupo, o sentimento de identidade, o desenvolvimento de uma linguagem e do pensamento".

Helena Alves, que está desde 2008 no Centro de Novas Oportunidade da Casa Pia de Lisboa, especializado para pessoas surdas e cegas, lembrou que a educação dos surdos, até meados da década de 90, se centrava exclusivamente em metodologias oralistas de "reabilitação auditiva" que proibiam a utilização de "gestos", ao considerá-los limitadores do desenvolvimento do pensamento abstracto.

"Esta situação gerou défices ao nível do desenvolvimento de todo um potencial humano de gerações de pessoas surdas, gerando uma baixa escolaridade, um baixo estatuto económico e social a par de um isolamento linguístico, social e cultural destes cidadãos" frisou.

HN.

Lusa/fim

terça-feira, 19 de maio de 2009

Inscrições para II Congresso Nacional Sobre Surdez

Vagas para evento que contará com participação de renomados especialistas, além de estudiosos e pesquisadores da área são limitadas.

As inscrições para o II Congresso Nacional Sobre Surdez, que acontece nos dias 22 e 23 de maio, em São José dos Campos ainda estão abertas e as vagas são limitadas. O evento promovido pela AADA – Associação de Apoio ao Deficiente Auditivo tem o objetivo de informar e discutir a deficiência auditiva com a participação de inúmeros profissionais e pesquisadores das mais distintas áreas de atuação.

Para participar, o interessado deverá pagar uma taxa bancária e enviar o comprovante juntamente com a ficha de inscrição, corretamente preenchido, que está disponível no site da associação – http://www.aadasjc.org/congresso.html. Informações sobre os valores também podem ser encontradas no site.

O congresso, que acontecerá no Centro de Eventos do Parque Tecnológico de São José dos Campos, das 9 às 18 horas.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Educação Matemática & Surdez

Queridos(as),

 Já está publicado na rede o blog "Educação Matemática & Surdez". Um espaço criado para a socialização, informação e discussão de temas referentes aos processos de ensino e aprendizagem em Matemática com alunos Surdos. 

Envie sua mensagem e interaja com o grupo, pois sua participação é muito importante para promovermos, de fato, a inclusão do aluno Surdo nas comunidades de aprendizagem em matemática.   

Espero encontrá-los(as) por lá.

Abraços!

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Educação Matemática & Surdez

ACESSE:  http://ersalles.wordpress.com/

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

III Colóquio sobre Ensino e Aprendizagem da Matemática

Data: 29/05/2009

Horário: 15h

Local: Universidade Federal de São Carlos - Auditório 1 da Biblioteca Comunitária.

Convidados: Profa. Dra Rosana Rossit (Unifesp) que falará sobre habilidades matemáticas em deficientes mentais e idosos. E como debatedor o Prof. Dr. Paulo Prado (UNESP-Marília).

A entrada é franca e não precisa de inscrição prévia.