Participantes

  • Amanda Queiroz Moura (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Catherrine Thiene Rossini (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Claudia Regina Boen Frizzarini (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Elielson Sales (Doutorando em Educação Matemática A imagem no ambiente informatizado enquanto elemento facilitador para o ensino de geometria com criança surda)
  • Elizabete Leopoldina da Silva (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Eloísa Jussara de Souza Silva (Licenciatura em Matemática - Unesp)
  • Lessandra Marcelly (Doutoranda em Educação Matemática)
  • Miriam Godoy Penteado (Coordenadora)
  • Renato Marcone (Doutorando em Educação Matemática)
  • Vanessa Cintra (Doutoranda em Educação Matemática)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Visita ao Centro de Reabilitação Princesa Vitória



Fomos visitar o Centro Princesa Vitória e lá fomos recepcionados pelo Professor Fernando que ensina informática para deficientes visuais. ASonia e a Carla também estavam lá. Elas são pedagogas e trabalham no centro há vários anos.

Tivemos a oportunidade de conhecer um dos alunos do Fernando, o Bruno.

Esse foi apenas o começo de uma parceria que eu espero durar por muitos anos.

A Marília e o Renato foram juntos. É claro que tiramos fotos....

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

números no escuro


Números no escuro

Com ajuda de sua mãe, Pontryagin venceu a cegueira e inovou a matemática
por Carmen Kawano. Quando uma explosão acidental deixou o russo Lev Semenovich
Pontryagin (19081988) completamente cego, todos acharam que o
adolescente de 14 anos não poderia mais sonhar com estudos e com
uma brilhante carreira na antiga União Soviética. Mas sua mãe
Tatyana Andreevna Pontryagina não pensava assim. Ela passou a
ser os olhos do filho sempre que ele precisava.
A família Pontryagin não tinha recursos para dar a Lev uma boa
educação, muito menos o acompanhamento que suas condições
especiais exigiam. Então a mãe tomou para si a responsabilidade de
ajudar o filho a enfrentar todas as dificuldades de aprendizagem. A
tarefa não era nada fácil para ela e ficou cada vez mais desafiadora
à medida em o rapaz progredia nos estudos matemáticos.
Tatyana não sabia a linguagem de equações e fórmulas e só se
comunicava em russo. Ela então aprendeu línguas estrangeiras para
poder ler artigos internacionais para seu filho. Quanto aos sinais e
símbolos matemáticos que apareciam nos textos, a mãe só podia descrevêlos
para Lev. Por exemplo: o sinal de "contido" … na expressão A … B era descrito como uma "curva voltadapara a direita". E Pontryagin entendia que o conjunto A é um subconjunto do conjunto B ou que o conjunto A está contido no conjunto B.
O jovem foi para a Universidade de Moscou e logo chamou a atenção de todos, não só por
dominar a linguagem matemática superando a cegueira, mas porque se destacava mesmo entre
seus colegas com visão normal. Lev logo passou a fazer importantes trabalhos matemáticos
com seus professores. Tatyana trabalhou por vários anos como uma espécie de secretária para
o filho, lendo em voz alta e datilografando artigos.
Ao se formar, Pontryagin prosseguiu seus trabalhos na universidade e fez contribuições em
algumas áreas da matemática. Seu nome hoje é associado a teoremas e princípios
matemáticos, em especial nas equações diferenciais ordinárias e na chamada teoria de
controles, na área de matemática aplicada.
As equações diferenciais ordinárias devem ser usadas quando o fenômeno que se estuda
depende de uma só variável o
tempo. Por isso elas podem ser aplicadas a tudo que varia com
o tempo, como a posição entre dois corpos em momentos diferentes.
Pontryagin trabalhou com essas equações especialmente na chamada teoria de controles, que
se aplica a sistemas como a automação industrial e atividades de robôs. Hoje as contribuições
do soviético também são aplicadas em outras áreas da física, engenharia e economia. Ela pode
ser usada, por exemplo, no estudo do controle da inflação ou nas medidas e instrumentos para
controlar a taxa de desemprego fenômenos
que sofrem variação só com tempo, nas quais se
usam as equações diferenciais ordinárias.
Alexandre Camanho
A dedicação e a determinação de Tatyana somados ao talento matemático do filho renderam
frutos durante toda a vida do matemático. Ele recebeu prêmios e honrarias por seus resultados
em várias áreas da matemática. Após publicar alguns livros, foi eleito membro da Academia
de Ciências da antiga União Soviética e de outras instituições.
Aplicações dos estudos de Lev Pontryagin
por Carmen Kawano
O russo Lev Pontryagin deixou contribuições matemáticas principalmente em equações
diferenciais ordinárias e em teoria de controles, uma área com mais aplicações, como a
construção e operação de robôs. Atualmente muitos estudiosos usam os trabalhos do russo
também em economia.
Veja exemplos abaixo de possíveis aplicações de equações diferenciais ordinárias, como
modelagem matemática, que é a área em que Pontryagin deu muita contribuição:
Gabriela Favre
Cálculo de aumento e diminuição da inflação
Cálculo da variação de preço de alimentos
Plano de trajetória de um foguete para a Lua
Correção de rota de um navio no mar
Referência:
REVISTA GALILEU EURECA. Números no escuro. Disponível em
. Acesso em 10 set
.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sorobã


Fizemos um trabalho para a disciplina “Prática de ensino e estágio supervisionado”, que consistiu na montagem e apresentação do soroban. Mostramos algumas operações que são possíveis de ser efetuadas com facilidade. Citamos os campeonatos, as possibilidades de ensino que introduzem o soroban na sala de aula. Hoje, ele é muito utilizado no Japão desde os 6 anos de idade até a vida adulta. Desenvolve o raciocínio lógico e cálculo mental. Além dessas vantagens, o soroban proporciona a inclusão de alunos com deficiência visual. Existe o soroban adaptado para esse tipo de deficiência, de forma que as contas fiquem firmes evitando o deslizamento. Esse soroban adaptado é chamado de sorobã.


Talyta Michielin Guimarães
Glauber Márcio Silveira Pereira
José Nilton Cruz

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Programa na TV

Programa Ação da Rede Globo do sábado, dia 21 de junho 2008, apresentou uma matéria sobre inclusão na escola de crianças com necessidades especiais. Confiram os links abaixo.

Especialistas em Inclusão

Grupo do Projeto Fundão



Na visita a UFRJ tive uma reunião com o grupo liderado pela Profa. Claudia Segadas, do Projeto Fundão, que estuda sobre educação matemática para deficientes visuais.

O criador do DOSVOX


No Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pude conversar com o Professor Antonio Borges que foi quem desenvolveu o sistema DOSVOX que é um sistema que facilita a vida do usuário de computador que tem deficiência visual. Conheça mais do DOSVOX no site http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/ . Na foto Ole, eu e Professor Antonio.

O setor de imprensa do IBC




São máquinas para imprimir Braille em grande quantidade

Visita ao IBC_ 2



O prédio do IBC é muito bonito. Conheça mais visitando o site http://www.ibc.gov.br/

Visita ao IBC




No dia 23 de junho fiz uma visita ao IBC - Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro. Lá eu conheci a Profa. Paula, de matemática e aprendi mais sobre a educação de estudantes com deficiência visual, sobre a produção de material didático. Na foto vemos Paula, Claudia e Ole.

quarta-feira, 18 de junho de 2008